Instalada há 26 anos em Santa Rica do Sapucaí, conhecida como o vale da eletrônica brasileiro, a mineira Leucotron decidiu, no final do ano passado, ampliar seu foco com a oferta de equipamentos PABX e softwares para telefonia para o segmento de grandes empresas. Em maio deste ano, venceu uma grande licitação do Banco do Brasil e está instalando as centrais PABX de sua linha Ision IP, num total de 570 centrais telefônicas. O contrato de três anos, no valor de cerca de R$ 4 milhões, inclui manutenção e foi disputado com gigantes desse mercado, como Alcatel-Lucent, Avaya e Siemens. |
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O conselheiro da Anatel, João Rezende, está convencido de que o governo deve organizar a demanda por banda larga dos municípios com menos de 30 mil habitantes, onde não há viabilidade econômica para a presença de qualquer provedor de serviço, seja um pequeno provedor ou uma grande operadora. Ele defende que o governo use parte dos recursos do Fust e crie uma linha de crédito do BNDES, que seriam repassados para as pequenas prefeituras para contratarem a tecnologia que quisessem (cabo, fio, antena, satélite) para ligar os seus pontos de governo municipal. |
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O sempre discreto presidente da Vivo, Roberto Lima, resolveu mudar de postura e partir para o ataque contra o que considera ser o mais grave problema das telecomunicações brasileiras: a alta carga tributária e o desinteresse com que os governos federal e estaduais, incluindo a Anatel, tratam o tema. "Viramos órgão de arrecadação estadual e federal", reclama ele, para quem, no momento em que se discute uma política nacional de banda larga, a questão tributária não pode ser menosprezada. "Se o governo considera a banda larga prioritária, ele precisa alocar recursos. E uma forma de fazer isso é parando de tributar", completa. |
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Em abril deste ano, o executivo Alberto Ferreira assumiu a presidência da Damovo do Brasil com o desafio de conquistar as operadoras de telecom. Após cinco meses no cargo, ele ainda não atingiu o objetivo, mas já tem a fórmula para ir a campo: ao invés de ter as telcos como clientes, quer te-las como parceiras de negócio. Recentemente, ele criou uma nova divisão na empresa, voltada para serviços e, este mês, inicia um piloto que envolve uma operadora móvel, um fabricante de smartphone, uma empresa de plataforma de aplicativos -- a Damovo entra como integradora -- para testar o que ele chama de unified communication mobile, serviço que planeja lançar no mercado em 2010. |
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