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Entrevista
    23 de outubro de 2009
    ImageO sempre discreto presidente da Vivo, Roberto Lima, resolveu mudar de postura e partir para o ataque contra o que considera ser o mais grave problema das telecomunicações brasileiras: a alta carga tributária e o desinteresse com que os governos federal e estaduais, incluindo a Anatel, tratam o tema. "Viramos órgão de arrecadação estadual e federal", reclama ele, para quem, no momento em que se discute uma política nacional de banda larga, a questão tributária não pode ser menosprezada. "Se o governo considera a banda larga prioritária, ele precisa alocar recursos. E uma forma de fazer isso é parando de tributar", completa.
Colunas
Lia Ribeiro
    Tema da principal polêmica durante o Futurecom 2009, realizado na segunda semana de outubro em São Paulo, a construção de uma rede de banda larga pelo governo  não é um projeto que surgiu do nada. Ele encontrou um terreno fértil para se desenvolver: a infraestrutura deficiente de banda larga das teles, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste.
Miriam Aquino
    O modem é hoje o principal agressor dos custos das operadoras de celular, que as impede de participar do projeto de banda larga até R$ 30,00, sem o ICMS. Mas se as empresas ficarem desobrigadas de oferecer o equipamento, e se o governo federal retirar apenas uma das taxas do serviço (o Fistel sobre a habilitação de cada acesso) é possível que a banda larga seja comercializada a R$ 9,90. 
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Encontro tele.síntese
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